Monday, September 29th, 2008

Aurora Boreal - II

Olá familia!

 

Fico muito feliz por terem gostado!

 

Vocês sabem que não vivo sem vocês!

 

Muito obrigado.

 

Dois ( ) - Kitchy26: Obrigado pela simpatia:D

- Menina do tom: Gosto de ti :P

- Puky: Olá doçura.

- Dark angel: viva os anjos na Terra

- Tutty. Princesa sinto a tua falta

- Blondy: desculpa ser chata

- Best: amoro-te

- Biscoita: olás coisa boa onde andas??

- Diamond: sinto falta do teu brilho

- penso que está td

 

Vocês estão todo o dia no meu <3

 

The midnight

O meu corpo estava envolto numa violenta e desesperada corrente de suores frios. As minhas mãos percorriam agitadamente toda a superfície branca que cobria a minha cama, procurando um abrigo, um porto seguro onde ele não me pudesse apanhar.

Porquê? Porquê eu?

Porque é que tinha de estar sempre no sítio errado, à hora errada? Porque é que ninguém me deixava em paz?

Saltei da cama.

Olhei em volta. Não. Ele não podia saber onde eu estava.  Caminhei lenta e vagarosamente até à casa de banho, deixei a roupa deslizar e a água correr-me pelo corpo.

         Ia demorar. Ia demorar demasiado tempo até o nojo que eu sentia desaparecer. Até a podridão que me fustigava a alma abandonar os meus pensamentos.

         Há muitos anos que eu tenho vindo a formular uma imagem na minha cabeça, traçado linhas, criado um monstro que me ataca incessantemente. Noites a fio, sempre o mesmo pesadelo, sempre o mesmo ser arrepiante, sempre a mesma sensação de morte.

         Quando ele sofria, eu desesperava.

Quando ele ria, eu gargalhava.

Quando ele sentia fome, a minha barriga contorcia-se de dor. Eu vivia todas as suas sensações, mas com o dobro da intensidade. Eu experimentava todas as sensações de uma pessoa que eu desconhecia por completo.

E, decerto, essa pessoa andava à minha procura. Essa pessoa queria-me ver morta.

- Ainda acordada?

 


Written by Rachel às 07:35 pm
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Sunday, September 28th, 2008

Aurora Boreal I

 

Olá familia:D

 

Eu gosto tantoooooooooooooooo de vocês. Não sei o que era da minha existencia sem as minhas princesas!

 

Preenchem o vazio que ás vezes anda aqui dentro.

 

Eu escrevi uma coisinha que eu gosto até e quero saber a vossa opinião:

 

Acham que deve ser o prologo da minha próxima Fic?

 

Amoro-vos

 

 

The beginning

 

         Adormeci sobre as estrelas.

         Sonhei acompanhada das águas calmas de um oceano assombrado.

Os meus olhos entorpecidos brilharam ao contemplar aquela personagem bizarra, aquela figura enfeitiçada que me preenchia os pensamentos e me corrompia as acções.

         O meu corpo voltou-se sobre as cobertas, mas a minha mente prendeu-se àquele lago possuído. Possuído de poder, possuído de desejo.

         O nevoeiro não me permitia-lhe alcançar o rosto, não me permitia identificar os traços que o denunciariam.

         Eu conhecia-o.

         Aquela sensação não me era de todo estranha. O medo, a ansiedade e o desespero que irrigavam cada capilar do meu esqueleto trémulo, já me haviam assolado antes. Muito antes. Numa outra era. Numa outra existência. Numa outra vida.

         A minha boca estava presa em saliva áspera e pegajosa, enquanto que a minha temperatura corporal descia abaixo dos cinquenta graus negativos.

Solavancos violentos acumulavam-se na minha garganta atrozmente dorida.

Ele queria matar-me.

O seu desejo mais profundo e secreto: a minha morte. A minha morte doce e violenta. Sanguinária tal como ele apreciava, tal como o seu vício lhe permitia.

Desejava estrangular-me até o ar abandonar por completo os meus pulmões. Ansiava pelas minhas súplicas, como a morte anseia pela vida.

Eu tinha de fugir. Tinha de me libertar daquele sonho malvado. Não podia permitir...

 


Written by Rachel às 07:29 pm
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Saturday, September 27th, 2008

Céu azul: Chão dourado

 

Obrigado meus amores.

 

Obrigado por me fazerem feliz, por me libertarem do tédio que é a minha existência.

 

Quero dar um beijinho especial à Kitchy26.

 

Depois os meus outros muitos beijinhos para a Puky(minha querida gatinha), Para o meu anjo de todos od dias(Dark angel); Para a minha loura(blondy); Para o meu doce mais doce(TuTTY) para o meu alimento(Biscoita) e para a Minha Best sensacionalque fez um testamento que eu amei.

 

O que me traz aqui é um texto xD

Vi uma imagem, inspirei-me e apeteceu-me escrevinhar qualquer coisa!

 

Vi para além das estrelas.

    Contemplei o brilho de perto.

    Senti o gelo tocar-me a pele, o vento acariciar-me os cabelos, as nuvens enesgarem-me os sentimentos, a profundidade contemplar-me os olhar.

    Corri suavemente por vales encantados, espreitei criaturas voadoras, imaginei paraísos distantes e alcancei uma alma sonhadora.

Percorri-lhe o ténue manto de seda com um singelo pestanejar, um esbracejar delicado de cores e movimentos, de amor e liberdade.

Escrevi nas entrelinhas. Contei-lhe os meus segredos mais preciosos, revirei-lhe a mente conturbada.

Senti os murmúrios agonizantes presentes no seu respirar. Envolvi-a num abraço apertadamente desajeitado.

O seu corpo era fogo. A sua figura gelava-me os pensamentos. O querer sucumbia ao poder.

O universo dourado regia o meu caminhar por entre o esverdeado das plantas rasteiras.

Ouro era o que cobria o meu vulcão. Era o que cobria a minha curta e mísera existência. Ouro verdadeiro, mas riqueza sem significado, sem pureza, sem paixão.

 Sinto-me perdida. Encontrei a minha alma, mas a minha alma não basta. A minha alma não preenche o vazio que são os meus dias, não preenche o vazio que é o meu coração.

 


Written by Rachel às 02:09 pm
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Friday, September 26th, 2008

Rachel Dreams

Em primeiro lugar quero agradecer-vos!

 

Vocês dão cor aos meus dias, acreditem:

 

* Dark angel: és o meu anjo da guarda. Fazes-me sorrir, fazes-me feliz, fazes-me BEM.

 

* Blondy: A minha loura favorita de todos os dias.

 

* Puky: A ti, preciosa concedo-te a generosidade, bondade, lealdade que todos procuram num amigo querido.

 

* Tutty: Doce, amável, coisinha mais melhor boa que só apetece dar um abraço bem forte e nunca laragar. Adr-t princesa.

 

* Menina do Tom: A ti, concedo-te o respeito, a firmeza, o aconchegameto e amabilidade que as tuas palavras me transmitem. Nunca me abandones Pff

 

* Best: às vezes apetece-me torcer-te o pescanhoço, mas no fundo sabes que não consigo passar um dia sem ti.

 

Em segundo: As palavras a baixo, são mais um desabafo do que outra coisa. Eu não sei se está grande coisa, mas foi o que me apateceu escrver no momento.

 

Estão todas aqui <3 para sempre

 

 

Sonhei.

Sonhei um dia em acordar e ver-te ao meu lado. Sonhei em percorrer a tua pele sedosa com os meus lábios. Sonhei com o teu perfume e acordei vazia e desamparada.

Ansiei pelo momento em que dirias que me amavas, pelos segundos em que irias encostar os teus lábios carnudos à minha orelha nervosamente trémula e o teu hálito me arrepiaria o pescoço frágil.

Desejei que as horas passassem, que os dias dessem lugar às noites, só para poder contemplar a beleza que emanava do teu rosto majestoso. Só para tu passares ao meu lado com uma expressão indiferente no rosto.

Permaneci sozinha no escuro, chorei horas a fio por uma razão sem razão, por um motivo inexpressivo, por algo incoerente e sem nexo, por uma morte sem vida, por uma alma sem corpo, por fragmentos soltos ao acaso.

   O sonho continuou. As fantasias arremessavam-me contra uma parede que a cada dia se tornava mais dura e inflexível.

   A mente separou-se dos ossos, dos músculos, do ser. Dividiu-se em rasgas sem significado.

   A noite antes prateada e decorada com belos unicórnios, era agora negra e obscura, como as asas de um anjo da morte sedento de vingança.

     

      Gostava de um dia acordar. De voltar a ver o Sol. De soltar um grito sob o brotar da lua cheia. De encontrar a luz que iluminasse os meus dias e trouxesse a felicidade à minha alma.

 


Written by Rachel às 07:20 pm
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Sunday, September 21st, 2008

Para sempre é muito tempo...

 

Eu nem tenho palavras para expressar a minha gratidão. Vocês são simplesmente as maiores.

 

Obrigado amores de todo o meu coração:

 

* Best obrigado por seres o meu pilar. Seguras o meu mundo.

 

* Puky coisinha mais querida, mais doce e preocupada.

 

* Dark angel, anjo dos anjos. Ser profundamente amigável.

 

* Diamond venero-te pela tua simplicidade e brilho.

 

* Biscoita és um amor, que mais posso dizer, completas-me.

 

* Kitchy 26 amor nunca deistas dos teus sonhos. Eles são tudo o que temos.

 

* E'm pensei que me tinhas abandonado. Obrigado por existires.

 

* Lia Obrigado obrigado obrigado. `tu és simplesmente grande. grande nas tuas acções grande nas tuas palavras.'

 

* Menina do Tom foi um prazer para mim ler os teus maravilhosos comentários.

 

* Soraia tenho MUITAS saudades tuas gaja onde andas?? Gosto-te doce.

 

* Tomma Caralha o teu comment marcou de verdade.Obrigado por dares o teu melhor nalgo direcionado para mim. Acredita  que me fizeste mt feliz:D

 

* Tutty ser mais veraddeiramente carinhoso. Inesquecível!

 

Barlow Birl - I belive in love

 

Eu postei isto porque a ideia me surgiu aos poucos. Espero que gostem!

 

Talvez.

Talvez a vida fosse injusta.

Talvez para sempre fosse muito tempo.

Talvez ele me amasse.

Talvez eu nunca viesse a descobrir a verdade.

Já nada importava. Eu simplesmente não queria viver. Não valia a pena continuar com este sentimento morto dentro do meu peito.. Não valia a pena acordar todos os dias de manhã e saber que ele não estava lá.  Não aguentava sentir os meus braços soltos e desamparados, nos momentos de solidão em que precisava apenas de um abraço apertado e uma palavra carinhosa.

O meu corpo era atraído para aquele universo de chamas.  Para a lava perigosamente desejosa de dilacerar cada pedaço da minha pele marmórea. O calor toldava-me os pensamentos.

Caí. Voei como uma pena delicadamente jovem sobre a montanha ardente e já há muito esquecida pelos Homens. Perdida na era dos bravos guerreiros. Na era dos heróis que lutavam por causas justas e ousadas.

 

***

 

- Cala-te! Puta, não mereces nada. – Onde estavam as palavras doces e carinhosas? Onde ficaram os dias raiados de felicidade? As noites de amor incessantes?  Os murmúrios trocados por entre beijos apertados? O calor dos nossos corpos que me aliviava a dor e extraia os pesares da mente? As promessas, os desejos, os medos partilhados, os sonhos planeados ao brilho do luar? ONDE ESTAVA O “ AMO-TE PARA TODO O SEMPRE!”? – Como me pudeste fazer isto? Sai. Sai da minha vida! – Bradava Bill Kaulitz com toda a força. Eu amava-o. O que é que ele estava para ali a dizer?!

- Bill, o que se passa? Porque estás a fazer isto? – As lágrimas escorriam pelas minhas faces com uma violência extrema, com uma pressão capaz de fundir o magma mais puro e destroçado. Senti o meu corpo ser arrastado porta fora. Senti a minha alma esvair-se em cinzas. Senti o meu coração deixar de bater. Senti o meu ritmo cardíaco abandonar-me o corpo. Senti a minha pele cair por terra, desfeita em mil pedacinhos. Senti uma vontade desesperada de morrer. Bill era tudo. Tudo. Eu não sabia o porquê de ele estar a faz.er  aquilo, mas de uma coisa tinha a certeza: eu não queria passar por todos os problemas que constituíam a minha vida sem a sua presença, sem as suas palavras confortantes e sem o brilho do seu olhar.

 


Written by Rachel às 07:03 pm
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Monday, September 8th, 2008

Dança sem fim, Morte sem ritmo - XIII

 

Eu...ahh...coiso xD

 

Best(Dora), Dark angel, Biscoita, Puky, Tutty, Soraia K, Diamond, João, Menina do Tom,

 

 Tomma Caralha, Atsuko, Kitch 26, Quelly, Blondy,: Um MUITO Obrigado de coração.

 

Sem vocês nada disto tinha sido possível.

 

Quero uma crítica bem formada à minha escrita e imaginação:D

 

Não sei Qd vou voltar a postar, ou sequer se o vou voltar a fazer :(

As aulas estão à porta e a partir de agora tudo vai ser complicado.

 

Adoro-vos MUITO. Vão ficar aqui guardados <3 para todo o sempre:D

 

Ahh eu ouvi esta musica: Joshua Radian - Winter

 

Não me façam chorar xD

 

 

[Tom]

 

 

 

Tu deves estar parvo, Tom Kaulitz. Não estou nada! Vê! É mesmo ela. GOD. Avancei. Devagar. Sem pressas. A pressa podia acabar com tudo. Com tudo aquilo que de melhor nós possuíamos e amávamos.

- Olá! – Sorri-lhe. Jamais me esqueceria dos seus cabelos cor de ouro e das feições angelicamente pálidas.

- Bons olhos te vejam. – Retorqui-me afavelmente. Os seus olhos brilhavam como duas estrelas cadentes, em propensão no centro do oceano obscurecido pela bonança do anoitecer. Senti um clique dar-se dentro de mim. Aquela sensação. Aquele abismo perigoso, que eu senti quando a beijei era amor. O mais puro e verdadeiro amor. Um amor do qual eu tinha medo. Um amor que me assombrava os sonhos desde o dia em que a conheci. Um amor que me deixou assustadoramente apavorado. Um amor do qual eu fugi a sete pés.

- Desculpa, Sammy. –  Foi o melhor que consegui dizer. A voz saiu-me rouca e demasiado agitada. – Eu... agora é que eu percebo...como fui...

- Sch...Sch... – Colocou o seu indicador direito sobre os meus lábios, silenciando-os. Aproximou-se lentamente do meu corpo. Sentia a sua respiração libertar-me os pensamentos. Esvaziar-me a mente. Acariciou o meu rosto por entre as suas mãos gelidamente macias e delicadas. Os seus lábios caminharam calma e suavemente até aos meus. As nossas bocas uniram-se fielmente. Como se os passarinhos tocassem violino e os nossos entes queridos permanecessem para todo o sempre. Como se um agigantado par de asas brancas, irresistivelmente aveludadas envolvesse carinhosamente os nossos corpos.

 

 

- Amo-te. – Pronunciei cheio de confiança e amor para dar. Era simplesmente confortante sentir o verdadeiro calor daquelas palavras.  Finalmente, percebia o meu irmão. Bill estivera sempre certo. Sempre.

 

 

The End

 


Written by Rachel às 08:40 pm
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Sunday, September 7th, 2008

Dança sem fim, Morte sem ritmo - XII

 

Well... I don't know what to say :S

 

Thank you very much for all of your great comments that make me grin with delight.

 

This is the last but one chapter.

 

I forgot just one thing: The prologue happens between the previous post and this one:D

 

 

 

 

 

 

- O que é que eu estou a fazer? – Os gritos do meu irmão pareciam  provir das profundezas mais aterradoras do inferno. Pela segunda vez na minha vida, ouvi o ruído de uma lâmina, que acabava de estar encostado ao meu pescoço embater no soalho desprezado. Abanou-me compulsivamente. – Bill, diz alguma coisa. Diz que me perdoas. Diz que perdoas a cavalgadura do teu irmão. Eu não sei o que me deu! Como? Como é que eu pude chegar a este ponto?! Sou tão egoísta e egocêntrico. – O seu tom metia dó. Como se uma centena de facas bem afiadas o tivessem atingido de uma só vez. Caminhou como um louco até à parede mais próxima. A sua cabeça desferia golpes bruscamente incessantes sobre a superfície polida.

 

- Pára, Tom. Por favor, pára com isso. – O cheiro a sangue entorpeceu-me os sentidos, mas mesmo assim eu conseguia perceber o que se passava à minha volta.

- Não estás a perceber! Eu amo-te Bill. Tu és o meu irmão querido, aquele por quem eu era capaz de dar a minha vida. Eu, nestes últimos tempos, tratei-te como a um cão vadio, ou ainda pior. – Ajoelhou-se aos pés da cadeira, onde eu estava amarrado. Fixou-me com o seu olhar mais arrependido e humilde. – Eu não queria Bill. Juro que não queria fazer nada disto. – As suas lágrimas quentes e amarguradas escaldavam-me a pele.

- Vamos esquecer, isto tudo. Eu só quero que volte tudo a ser como antes. Que tal tirares-me daqui e irmos para nossa casa? – Perguntei-lhe alegremente.

- Nossa casa?! – Olhou-me de soslaio.

- A minha casa e da Daisy é pequena demais para duas pessoas. – Gargalha-mos em coro.

 

- Mas, ela não vai gostar muito da ideia!? – Indagou de forma confusa. 

- Há-de habituar-se!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Written by Rachel às 01:00 pm
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Friday, September 5th, 2008

Dança sem fim, Morte sem ritmo - XI

 

Agradeçam à Dark Angel :D

 

Amo-vos a todos cm sabem xD

 

Este é picantexD

 

 

 Pervertido. – Gritou Daisy, enquanto subia as escadas em passo de corrida. O meu sorriso insolente não enganava ninguém.

 

 

 

 

 

 

- I caught you. – Murmurei-lhe ao ouvido.

Rodeei-lhe a cintura com os meus longos braços e mordisquei-lhe o pescoço apetitosamente delicado. Os seus gemidos deixavam-me louco. Fiz o seu corpo rodar num ângulo de 180º graus e embater cuidadosamente no meu. Os seus olhos eram pequenas chamas incandescentes. Com um único impulso, as suas pernas passaram a abraçar o meu tronco fino. As minhas mãos voaram pelas suas costas acima, deixando-as nuas e sexualmente arrepiadas. A nossas bocas possuíram-se mutuante, satisfazendo cada umas das nossas necessidades mais peculiares. Ter a sua língua a  percorrer cada aresta dos meus maxilares, excitava todos e mais alguns músculos que me preenchessem o corpo. Tentei alcançar o cimo dos degraus, mas a vontade de a ter ali e agora falou mais alto. Desapertei-lhe, desajeitadamente, o soutien. Encostei, violentamente, o seu dorso contra a parede. Acariciei-lhe o peito e trinquei-lhe dolorosamente os mamilos, o que nos fez a ambos gemer de prazer. As nossas respirações elaboravam uma corrida em puro desespero e aflição.

- Tu tira as calças, ou eu arranco-tas à dentada. – Bramiu por entre dolorosos e inúmeros suspiros.

As restantes e inúteis roupas que nos separavam do apogeu, rebolaram pelas escadas a baixo. Penetrei com urgência. Gritámos. Gritámos de forma gutural e indefinida. Tornámo-nos num só. Um só corpo, onde habitava uma só alma.

- Amo-te. – Senti uma necessidade estranhamente perturbadora em dizer estas palavras. Como se fosse a última vez. Que parvoíce! 

 

 

- És meu para todo o sempre. – Fixou-me com o seu olhar mais sério e determinado. Parece que não tinha sido o único a ser percorrido por calafrios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Written by Rachel às 10:02 pm
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Dança sem fim, Morte sem ritmo - X

 

Olá, estão boas e bom?xD

Eu podia ficar aQui o dia todo, podia contar estrelas e grãos de areia, mas nunca seria o suficiente para vos agradecer:D

 

Thanks:

 

*Dark Angel: Anjinho mais doce, tu ai gosh! Quase sempre a 1º a comentar. <3

 

* Puky: Critaurinha mais preocupada com o people;P Nem sem Que te diga:D Bigada purezea:D

 

* Best: Tu és tudo. O meu Sol. A minha Lua. O meu oxigénio.

 

* Soraia K: Tu matas-me gaja:D Eu é Que fico viciada nos teus comments*_*

 

* Quelly: Fico MUITO feliz por saber Que contiuaste a ler e Que comentaste, querida:D!

 

* Tomma Caralha: Tu ahh...aish tu és um amor:D DaQueles mt grandes(:

 

* Tutty: A minha princesa desaparecida (para juntar à Diamond)!

 

* Nesakaulitz: Não te preocupes, meu doce. Lês Qd tiveres mais tempo(K)

 

* João: Ontem à noite desapareceste sem dizer nd:@! A tua sorte é eu amar os teus comments. Menino Querido.

 

* Biscoita: Eu espero Que tu estejas bem:S Andas deparecida. E, tu Qd desapareces é mt mau sinal:(. Adr-t mein liebe.

 

* Menina do Tom: És aQuela base:D Bgd Queridona

 

* Espero sinceramente ter mencionado todos:D

 

* http://www.youtube.com/watch?v=WQ2HTWkwlcc : eu ouço-a a tds as horasxD

 

 

 

- Andas saído das cascas, maninho! – Começou Tom assim que me viu sair pela porta que dava acesso às celas. O seu tom era pura ironia. – Tu...ela ahhh juntos? – Balbuciou hesitante, quando a viu sair atrás de mim. Não se deu ao trabalho de disfarçar o desejo que sentiu pela minha ruiva. Os seus olhos quase lhe tocavam o exagerado decote. Senti os pulsos de Daisy controlarem-se, para não o esbofetear ali mesmo. Em vez disso, pegou a minha mão e apertou-a firme e carinhosamente.

            A polícia insistira para que um membro da família comparecesse a fim de nos pagar a franquia, que nos concederia a tão desejada liberdade.

            - Tom, tem vergonha. – Rosnei-lhe ferozmente. Porque é que ele tinha de ser assim?! Será que nem com a pessoa que eu amava ele se podia conter?!

            Os dias deram lugar às semanas. As semanas deram lugar aos meses. Daisy e eu começáramos a viver juntos. Fora uma escolha difícil, mas eu já não conseguia suportar o Tom. A cada segundo que passava, ele tornava-se mais obsessivamente invejoso. Não tolerava o facto de uma mulher daquelas preferir estar comigo em vez de com ele. O ego de sexgott fazia-o odiar o seu próprio irmão. Não digo que ele não me continuasse a amar. No entanto, uma raiva cega e destemida apoderara-se da sua mente e do seu coração. Nunca lhe contei o porquê de Daisy não lhe conseguir olhar para a cara. Achei melhor protegê-lo. Acima de tudo, ele continuava a ser vital para mim e eu só o queria ver feliz.

- Larga-a, Bill. Eu não aguento ver-vos juntos. – Veio ter comigo numa tarde escura de Inverno. A sua voz parecia pertencer a um alienado.

- Não, Tom. Desculpa, mas eu não vou perder a mulher que eu amo, por causa de um capricho teu.

 


Written by Rachel às 05:26 pm
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Thursday, September 4th, 2008

Dança sem fim, Morte sem ritmo - IX

 

Bem, eu queria agradecer-vos um por um, mas não tou com grande vontade de falar.

Desculpem

 

Agradeço-vos do fundo do coração os comentários mais fantásticos que fixeram:D

 

Amo-vos

 

A minha ruiva chorava baixinho. Os braços envolviam-lhe os joelhos. As chamas alaranjadas escondiam a dor que lhe percorria a mente. O seu sofrimento dilacerava o meu coração em pequenos pedacinhos de papel. Papel virgem. Papel sem palavras, memórias ou sentimentos. O cenário que nos rodeava era sinistramente assustador. As trevas consumiam todo o oxigénio, que entrava pelas frestas da pequena janela existente no topo de uma das paredes. A atmosfera arrefecera drasticamente. Os meus dentes tilintavam.

Avancei devagar. Quebrei a distância que nos separava com passos curtos e determinados. Sentei-me ao seu lado. Rodeei-lhe os ombros com um braço. Senti o seu corpo pender sobre o meu peito. Abracei-a. Permanecemos assim pelo que me pareceram horas. O seu calor transmitia-me paz. A sua respiração acalmava o pulsar do meu sangue. O perfume natural que a compunha embaciava-me os pensamentos. Não pensei bem no que estava a fazer. Sinceramente, já não importava. Já nada importava. Ergui o seu rosto com as minhas mãos. Os nossos olhos ficaram ao mesmo nível. O seu olhar penetrante queimava-me a alma. Parecia ver para além das outras pessoas. Transpunha a barreira entre o autorizado e o proibido. Avancei para a sua boca. Os nossos lábios completavam-se. Juntos dominavam o mundo. Separados contavam as horas para a chegada do anjo da Morte. A falta que aquela sensação me fizera! O desespero que percorrera cada um dos capilares que transportava o veneno da sua ausência. Eu precisava dela. Cada célula do meu corpo ansiava pelo seu toque. Cada centímetro da minha pele venerava os seus dedos delicados.

- Amo-te. – Fui tudo o que consegui dizer, por entre as nossas respirações ofegantes . Talvez, tivesse sido demasiado.

- Infelizmente, eu também te amo. – Uma pérola dourada desceu sobre o seu rosto.

 

 


Written by Rachel às 09:38 pm
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